quinta-feira, maio 27, 2010

Todos iguais

Vendo o que uns e outros dizem sobre a redução do número de deputados, é óbvio, são todos iguais, andam todos atrás do mesmo. E nestas alturas protegem-se uns aos outros. Preocupam-se muito com os desfavorecidos, pois claro! Aliás, não faltam demonstrações do quanto eles querem saber dos desfavorecidos.


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10 Comentários:

Malena disse...

Estou contigo, afectado! Taditos dos deputedos...Ups! Deputados! ;)

Ana Soares da Motta disse...

Claramente não percebe o porquê de ser aquele numero de deputados. Mas passo a explicar - Aquele número não é em vão, é um valor calculado para a assembleia ter a representatividade devida. Se a proposta dos 180 deputados fosse para a frente, os verdes desapareceriam da nossa assembleia, o Bloco, PP e PCP ficariam reduzidos a uma ínfima miséria de acentos parlamentares (i.e. 3-10). Seria o mesmo que dizer que a nossa governação estaria de mão beijada nas mãos do dito "Bloco Central" e democracia... essa... haveria muito pouca!

Daniel Monferrato disse...

A redução do número de deputados não resolveria nada. Seria apenas a poupança de uma gota, num oceano de desperdícios e despesismos...

afectado disse...

malena, engano oportuno!

afectado disse...

ana, claramente a mensagem não passou. mas passo a explicar - sejam 230, sejam 180, a coisa é a mesma. provas disso não faltam!

mas indo a esse ponto, então altere-se o modelo eleitoral, mas promovendo-se a redução do número de deputados. ou seja, garanta-se a representatividade mas com menos gente no parlamento.

é incrível que haja tantos deputados num país deste tamanho. desconfio que há países bem maiores com menos...

e convém não esquecer que a maior parte deles só está lá a levantar o braço, muitas vezes sem sequer perceberem bem aquilo em que votam.

afectado disse...

daniel, claro, mas é melhor que nada. faz-me confusão termos tantos deputados (mas isto já penso há muitos anos, não é de agora).

Ana Soares da Motta disse...

Afectado, sem este número nunca haveria representatividade de forma justa equitativa, pelas simples razão que, não só haveria partidos que perderiam acento parlamentar e outro que veriam a sua representação ser de assumida insignificância. Além disso, o interior e o norte do país seriam imensamente penalizados por perderem a sua representatividade por deputados na assembleia elegidos nos respectivos círculos.
Embora em termos latos, o que diz é muito bonito, na realidade não funciona assim. Claramente há muito pouca gente a perceber como funcionam os círculos eleitorais em Portugal - e isto é grave - porque não percebem um dos melhores instrumentos democratização existentes em Portugal...

afectado disse...

ana, admito que não domine o assunto, dominarei outros igualmente importantes, mas não este.

o que estranho é que sejam mesmo necessários 230 deputados num país do nosso tamanho. principalmente tendo em conta o que uma boa parte deles anda lá a fazer...

por uma questão de representatividade então até se podia aumentar para 500... ainda era mais representativo.

Ana Soares da Motta disse...

Pois podia...mas não era a mesma coisa! Estar-se-ia a gastar muito dinheiro... ;)

afectado disse...

ana, haha, mas era super representativo :)

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