sábado, agosto 20, 2011

The Printed Blog

Comprei a revista no dia em que saiu, que não foi o dia previsto para sair, e fui lendo aos poucos conforme o tempo permitia e a vontade aparecia. O que constatei quando a acabei de ler é que a minha opinião sobre a The Printed Blog portuguesa era diferente de grande parte das pessoas que opinaram sobre a dita na blogosfera. Para começar não gostei da forma, isto é, o tamanho das páginas, mais ao jeito de um jornal do que de uma revista que se quer fácil de ler em qualquer posição (deitado no sofá, por exemplo). Quanto ao conteúdo, no meio de tantas participações gostei de algumas, outras passaram-me ao lado e outras estavam lá totalmente deslocadas, sem qualquer tipo de interesse, para não dizer que metiam dó.

Muita gente disse que previa um longo sucesso a esta revista. Pois bem, para ter um longo sucesso convém que comece a ter sucesso, coisa que até agora não aconteceu. Em que é que me baseio para dizer isto? É simples, muitas das pessoas que estão a ler esta frase nem sabiam da existência da The Printed Blog portuguesa... aposto! A promoção da revista foi fraca, principalmente dentro da blogosfera que seria o meio onde a publicidade deveria surgir em força. Mas não, as únicas pessoas que anunciaram o lançamento foram algumas das que escreveram textos para a primeira edição. Ou seja, se nem os bloggers compraram, como haveriam as outras pessoas de comprar?

Eu gostava que a revista durasse muito tempo e com sucesso visível, mas tenho sérias dúvidas, para não dizer mesmo que tenho a certeza que isso não acontecerá. Porquê? Porque o que nasce torto...

E tenho pena, a sério, a simpatia que tenho pela Joana Azevedo desde os tempos da rádio rock faz-me desejar que desta vez esteja enganado. E por isto ser verdade é que comprarei o nº2 da revista, na esperança que algumas coisas tenham já melhorado, alguns elementos que lá escreveram não voltem a soltar lá palavras e que o resto aos poucos se endireite. E depois comprarei o nº3. Até um dia perder a esperança, ou a revista desaparecer antes mesmo da minha esperança.

PS: Ah, evitar situações como a que criaram com o Júlio Machado Vaz também é importante/decisivo. E isto também. E já agora, se puder ser, isto também.


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2 Comentários:

A. disse...

Comentário sintético por pontos:
1. Não sabia da edição portuguesa
2. Fiquei sem vontade de comprar
3. Obrigada pelo serviço público prestado por este post

Maninha disse...

Estava bastante curiosa, mas a revista não chegou a Ponta Delgada...parece que não perdi grande coisa :)

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