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domingo, outubro 26, 2008

Pérola do "Papa" da Universidade do Minho

«os chumbos são para que as pessoas tenham alguma sensibilidade, quem reprova ganha outra maturidade. O cardeal é aquele que vai aprender com os erros ao longo do ano. Sairá tão bem ou mais preparado que aquele que concluir o seu curso sem reprovar.» [via Avenida Central]

Post enviado por João Sousa.

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quarta-feira, julho 16, 2008

A Barbearia Mais Antiga de Braga

"Sim, não é engano, a barbearia Fernando Matos faz parte da lista de monumentos obrigatórios da cidade. Situada na Rua do Souto tem colado no vidro exterior uma folha A4 com caracteres em japonês e apenas uma frase em português: "Conhecidos lá fora, desprezados cá dentro". Vasco Matos, o proprietário, explica-nos o porquê da provocação: "a Câmara já há muitos anos que quer que eu feche. É incompreensível. Isto é a entrada de um prédio, mas o prédio tem outras entradas. É pena cá não saberem respeitar a tradição. Aqui ignoram-nos, já lá fora estamos nos roteiros franceses e holandeses". Os abaixo-assinados sucedem-se. Tudo para que os clientes nunca deixem de se sentar naquelas cinematográficas cadeiras de ferro e para que os cremes de barbear 444, Chic e Palmolive nunca desapareçam das prateleiras." Rotas e Destinos
Foi através deste post que descobri o apelo que Carla Pessoa (uma ericeirense!!!) está a lançar para que se questione a Câmara de Braga (gab.presidencia@cm-braga.pt) sobre o futuro deste espaço que já pertence ao nosso passado colectivo.
"Torna-se urgente que o pedido de classificação do imóvel, que foi proposto pela ASPA ao IPPAR (actual IGESPAR), tendo esta entidade remetido o respectivo processo para Câmara Municipal de Braga com o intuito de classificar o espaço como Património Municipal, o que até ao momento ainda não aconteceu. A própria comunicação social já, por diversas vezes, procurou saber do andamento deste processo junto da autarquia.
A Câmara Municipal de Braga, governada há mais de 30 anos por Francisco Mesquita Machado, não se tem pronunciado mas é a única entidade que pode fazer alguma coisa para salvar este riquíssimo património."
Pozinhos
Leiam sobre o assunto:
http://www.rotas.xl.pt/0508/700.shtml

Post enviado por João Sousa.

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segunda-feira, março 24, 2008

Minho: Portagens contestadas

Estradas com obras permanentes, muito comércio e trânsito excessivo. As nacionais 101 e 103 (ligam Braga a Guimarães e Barcelos, respectivamente) são um martírio para quem as percorre. As alternativas são caras e utilizar diariamente a auto-estrada pode ficar bem caro. "Os minhotos que diariamente se deslocam pela A11 entre Braga e Guimarães para trabalhar pagam mais 120 euros/ano em portagens do que os residentes da área de Lisboa", avança Pedro Morgado, do blogue Avenida Central, um dos poucos espaços de contestação, uma vez que a posição das autarquias da região revela-se volátil, consoante a cor partidária que governa desde Lisboa.

Seja como for, o Minho está a organizar-se para aderir ao movimento mais vasto que envolve as comissões de utentes contra as portagens e que está a promover um abaixo-assinado que deverá ser subscrito por 30 mil a 50 mil utentes.

Recentemente, a AENOR (concessionária das auto-estradas) lançou uma campanha publicitária que apregoa os ganhos temporais decorrentes da utilização dessas vias, por oposição ao congestionado trânsito nas "nacionais".

"Tratando-se da única alternativa, deveria haver mais cuidado com a EN103, mas o que vemos são obras constantes. Um infindável número de pontos de estrangulamento à normal circulação. Obrigam mesmo a optar pela auto-estrada", afirma José Queirós, um dos contestatários ao modelo de portagens em vigor.

Aprofundando o estudo sobre as despesas que os minhotos têm de suportar, Pedro Morgado pegou na máquina de calcular "As contas são fáceis de fazer. Braga e Guimarães estão à distância de 13,8 quilómetros através da A11, uma auto-estrada concessionada à AENOR. Este troço tem um preço de 1,35 euros. Já na CREL, por exemplo, o troço de 14 quilómetros entre Pontinha e Zambujal custa 1,15 euros".

A aproximação de eleições deverá trazer o assunto de volta às agendas partidárias, mas para já os políticos não aprofundam a questão.

Outros textos a ler:
PS: Obrigado ao João Sousa pelo post.

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sexta-feira, novembro 23, 2007

Sobre a Roma Portuguesa

«Hoje vou contar uma história. Então é assim: era uma vez um imperador e um construtor. O imperador governava há mais de 30 anos e dizia-se que o seu âmbito de influência já tinha ultrapassado as suas competências de governante, a ponto de, em surdina, recaírem sobre ele suspeitas…

Este imperador, como homem que gosta das coisas da sua terra, sempre se empenhou muito no circo da cidade e sempre procurou colocar na liderança do mesmo pessoas da sua confiança. Ao longo de muitos anos, apesar dos esforços do imperador para que o circo fosse bem sucedido, este passou por vários momentos de instabilidade directiva e financeira. Até que um dia, o imperador conseguiu recrutar para o seu circo um jovem construtor de sucesso.

Apesar de não ser grande adepto do circo da cidade (era conhecido por gostar de outro, numa localidade próxima) o construtor conseguiu, em poucos anos, resultados históricos a todos os níveis, tornando o circo uma referência além-fronteiras, quer na qualidade dos espectáculos, quer na gestão financeira.

Tudo correu bem até um dia. O construtor teve uma birra com o imperador: ou era fortemente apoiado pelo império para edificar uma academia de circo, ou então batia com a porta! O imperador, pouco habituado a ultimatos, não gostou. Inicialmente, deu a entender que não cedia a birras e caprichos. No entanto, o esforço de algumas semanas para encontrar um substituto para a liderança do circo foi infrutífero. O construtor tinha colocado o circo num patamar tal, que era difícil ser substituído sem comparações ou sem o risco de se voltar à instabilidade do passado. E o imperador não queria chatear-se muito com o tema.

Perante tal situação, o imperador cedeu e fez a vontade ao construtor e este continuou como líder do circo. Mas com uma contrapartida: o construtor teria que dar trabalho ao filho do imperador. Acordo selado, o filho do imperador começou a trabalhar no departamento comercial do circo. Qualquer semelhança com alguma realidade é pura coincidência. Ou não…»

Texto retirado do Avenida Central.

Quem conhecer minimamente Braga e as movimentações do poder por cá, consegue facilmente arranjar nomes verídicos para as personagens do texto.

PS: Agradecimento especial ao João Sousa pela sugestão do texto.

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A afectar a blogosfera desde 1 de Maio de 2005. afectado@gmail.com

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